Então e eu? Quem sou eu?
É uma boa pergunta que se ainda não surgiu, certamente vai acabar por surgir. Digamos que ainda não me sinto à vontade para este passo...
O que vocês precisam de saber é que não sou apenas eu, somos uns quantos parvos que devido ao uso excessivo da palavra "cabaço" fez com que este belo e poético termo estivesse presente em muitos momentos épicos.
Nunca se sabe... não vá eu um dia descansadinho a passear na minha avestruz pela rua Augusta e levar com uma "Poképiça" qualquer por ser confundido com um "Duoduo" e acordar numa daquelas naves com seres alienígenas que, segundo os testemunhos dos "Alien-men's" do National Geographic, estão sempre nus e violam as pessoas até perderem a memoria!
Ao menos agora sei que posso estar tranquilo que se isso acontecer este rabinho pode repousar enquanto relembro esta cabacisse de todo o tamanho.
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