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3 de outubro de 2016

É a terceira lei de Newton


 Há cabaços e cabaços. Hoje vou falar sobre o "Cabaço Alcoólico".
 Personagem principal de muitas noites, atraiçoado pelo álcool, leva a que algumas noites sejam recordadas durante muito tempo!
 Álcool que de "cool" não tem nada. Essa substância maléfica trazida das trevas para manipular qualquer um dos mortais e levá-los a fazer as maiores cabacisses. É impressionante como alguns copos cheios dessa poção de magia negra nos leva a fazer coisas, que nós como seres inteligentes que somos, chamamos de "momentos de diversão".
 "Toda a ação tem uma reação." - Por acaso é a terceira lei de Newton mas podia muito bem ser a definição de "Ressaca".
 Ressaca essa que  os cabaços suportam com todo o prazer na companhia da sua garrafinha de água de meio litro nas 24 horas seguintes, a fiel companheira que os ajuda a hidratar as cordas vocais enquanto se vangloriam da longa jornada de finos e safari-cola consumida na noite anterior sem vomitar uma única gota. Heróico de facto!
 Quando vomitam, os que se lembram, queixam se sempre daquele maldito alimento ingerido a meio da noite e que, ensopado nos três litros de cerveja que já lá estavam, estranhamente fez com vomitassem... Mas mesmo no meio daquele sentimento de derrota pessoal e humilhação encontram forças e tomam outro rumo: - "Para a próxima não bebo vodka nenhuma! Vai ser só emborcar finos...".
 A vida é mesmo assim, é como tentar enganar um gorila mandando cascas de amendoins para a sua jaula... sabes que existe uma enorme probabilidade que o gorila se passe, defeque para mão e atire a bela da pôia bem para meio da tua cara.
 Nos dois exemplos sabem que vai haver merda pelo meio mas um cabaço aguenta sempre.
                                             

29 de setembro de 2016

"Nunca se sabe"



Então e eu? Quem sou eu?

É uma boa pergunta que se ainda não surgiu, certamente vai acabar por surgir. Digamos que ainda não me sinto à vontade para este passo...
O que vocês precisam de saber é que não sou apenas eu, somos uns quantos parvos que devido ao uso excessivo da palavra "cabaço" fez com que este belo e poético termo estivesse presente em muitos momentos épicos.
Nunca se sabe... não vá eu um dia descansadinho a passear na minha avestruz pela rua Augusta e levar com uma "Poképiça" qualquer por ser confundido com um "Duoduo"  e acordar numa daquelas naves com seres alienígenas que, segundo os testemunhos dos "Alien-men's" do National Geographic, estão sempre nus e violam as pessoas até perderem a memoria!
Ao menos agora sei que posso estar tranquilo que se isso acontecer este rabinho pode repousar enquanto relembro esta cabacisse de todo o tamanho.